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  • 28th November
    2011
  • 28
1. Alta Fidelidade (Nick Hornby):
O primeiro livro do Desafio Livros de Ficção/Literatura Estrangeira que eu escolhi foi Alta Fidelidade de Nick Hornby. Honestamente, eu não sou muito fã desse gênero de livros, apesar de gostar muito (e eu digo muito mesmo) de ler.
Li esse livro em 2 tardes. Não achei muito difícil, pelo contrário, a leitura é bem divertida e o autor sabe prender nossa atenção (assim como o filme). Os capítulos são curtos o que ajuda muito a não deixar a coisa toda enfadonha.
Separei uns trechos que me chamaram bastante a atenção:

As mulheres que criticam os homens - e há bastante o que criticar neles - deveriam lembrar-se de como começamos, e da distância que tivemos que percorrer.


Mas sim, mesmo assim, a noite com Marie é a minha maior realização sexual, a minha bimbadus mirabilis. E você sabe por que é que acontece? Porque eu faço perguntas. É por isso. É este meu segredo. Se alguém quisesse saber como dar bem com dezessete mulheres, ou mais, não menos, isso é o que eu diria: faça perguntas.


- Malas noires, certo?
- Como?
- Eu chamo isso de malas noires. Mistura de mala sem alça e bête noire. Gente que você não quer ver mas meio que sente que deve.

Só acho que o livro “pega” para quem não tem muito noção musical dos anos 80 e 90. Mas eu me surpreendi, gostei bastante desse livro e do autor.

1. Alta Fidelidade (Nick Hornby):

O primeiro livro do Desafio Livros de Ficção/Literatura Estrangeira que eu escolhi foi Alta Fidelidade de Nick Hornby. Honestamente, eu não sou muito fã desse gênero de livros, apesar de gostar muito (e eu digo muito mesmo) de ler.

Li esse livro em 2 tardes. Não achei muito difícil, pelo contrário, a leitura é bem divertida e o autor sabe prender nossa atenção (assim como o filme). Os capítulos são curtos o que ajuda muito a não deixar a coisa toda enfadonha.

Separei uns trechos que me chamaram bastante a atenção:

As mulheres que criticam os homens - e há bastante o que criticar neles - deveriam lembrar-se de como começamos, e da distância que tivemos que percorrer.

Mas sim, mesmo assim, a noite com Marie é a minha maior realização sexual, a minha bimbadus mirabilis. E você sabe por que é que acontece? Porque eu faço perguntas. É por isso. É este meu segredo. Se alguém quisesse saber como dar bem com dezessete mulheres, ou mais, não menos, isso é o que eu diria: faça perguntas.

- Malas noires, certo?

- Como?

- Eu chamo isso de malas noires. Mistura de mala sem alça e bête noire. Gente que você não quer ver mas meio que sente que deve.

Só acho que o livro “pega” para quem não tem muito noção musical dos anos 80 e 90. Mas eu me surpreendi, gostei bastante desse livro e do autor.

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